150 profissionais de educação concluem o curso de Autismo e Inclusão Educacional

  • Publicado no dia: 16-11-2022
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    De 7 a 11 de novembro, 150 profissionais de educação participaram do curso que teve como tema “Autismo e Inclusão Educacional”. Durante os cinco dias os educadores adquiriram mais conhecimento de como acolher as crianças que possuem o espectro e assim realizar a inclusão de forma ampla e humanizada.


    No encerramento foi realizada uma palestra pelo Pedagogo e Assistente Social, Adailton Soares, a Psicóloga Infantil, JullianaNicácio e o professor e escritor, Gecildo Queiroz. Estiveram presentes a secretária de Educação, Elza Brito, a Psicopedagoga do Núcleo Desenvolver, Josiane Alve, e a Supervisora de Educação, Alexandra de Brito.


    “Nós precisamos iniciar a discussão falando sobre o que é o autismo, as características, trazer e esclarecer informações para os professores pensar quais as estratégias montar para a sala de aula. Nós discutimos como fazer essas estratégias, como fazer o Plano Educacional Individualizado, como fazer isso em sala de aula e como montar o planejamento. Foi muito importante estar com os professores nesse momento para que a gente possa crescer e incluir cada vez mais”, diz Julliana.


    Em 2019, a rede municipal de ensino contava com 540 crianças, jovens, e até mesmo adultos desse público, com transtornos e síndromes. Atualmente, são 660 estudantes assistidos. Sempre primando por uma educação de qualidade, acolhedora, inclusiva e sobretudo com profissionais competentes, treinados e acompanhados, inclusive investindo em formações em serviço para essa finalidade. Há na rede, dez salas de Atendimentos Educacionais Especializado (AEE), 12 professores, oito intérpretes em libras e 200 cuidadores.


    “A discussão sobre o autismo está sendo renovada cada vez mais hoje em dia em todos os espaços, quando se pretende fazer uma formação nessa área. A ideia geral é que as pessoas aprendam mais para saber lidar melhor com o seu semelhante, seus alunos e poder compreender e educar de maneira mais adequada. Nós estamos vivendo aqui algo histórico no ensino, tendo a compreensão do que é o autismo. Sempre que a gente pensa dessa forma em avançar em qualquer tipo de conhecimento a gente ganha muito, a cidade ganha muito e o aluno ganha muito”, explicou Gecildo Queiroz.

    Autor: Ascom/PMPA