Paulo Afonso passa a ofertar vacina contra a Covid-19 nos postos de saúde na zona urbana por livre demanda

  • Publicado no dia: 07-11-2022
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    Com o objetivo de facilitar o acesso da população às vacinas contra a Covid-19, a partir desta segunda-feira (7),a imunização será por demanda livre nos postos de saúde da área urbana. Agora, as pessoas a partir de 3 anos não precisarão mais agendar para tomar a primeira, segunda, terceira e quarta dose.


    “Nós temos vacinas disponíveis em quantidades suficientes para que qualquer usuário a partir de 3 anos de idade que procure as unidades de saúde da área urbana já possam tomar a sua vacina independente de qual dose. Já pode procurar as UBS’s para tomar a primeira, segunda, terceira e quarta dose com tranquilidade”, diz a coordenadora da Epidemiologia, Viviane Marques.


    Para se imunizar é necessário levar o cartão de vacinação, cartão do SUS, CPF e RG. Os atendimentos acontecem de segunda a quinta, das 7h às 10h e das 13h às 16h30, e na sexta, das7h30 às 12h30. Já na área rural, a equipe está seguindo um cronograma especial mensalmente, com as datas específicas, avisando à população a disponibilidade das vacinas e datas.


    As vacinas contra a Covid nos postosde saúde contemplam: 1ª dose a partir de 3 anos, 2ª dose da Pfizer pediátrica para quem tomou a 1ª com intervalo de 60 dias; 2ª dose Coronavac 28 dias após a 1ª dose; 2ª dose Pfizer 60 dias após a 1ª; Astrazeneca 60 dias após a 1ª dose; Janssen (dose única), 60 dias após a 1ª; 3ª dose 12+ para quem tomou a 2ª dose há 120 dias, sendo que para os imunossuprimidos a 3ª será aplicada 28 dias após a 2ª dose. A aplicação da quarta dose é para pessoas a partir de 18 anos e terceira dose, a partir de 12 anos.


    “A vacina continua sendo muito importante, porque todos nós sabemos que a covid-19 não acabou. Saímos do pico, onde tinha muito óbito da doença e gravidade, agora nós estamos vivendo um momento em que precisamos que todo mundo reforce a dose, que todo mundo esteja com o cartão de vacina completo para que tenhamos condições de continuar dessa forma que nós estamos hoje, com o mínimo de pessoas contaminadas e caso aconteça, que não tenha gravidade e que não tenha mais óbito”, enfatiza Viviane.

    Autor: Ascom/PMPA