Janeiro Roxo: Paciente conta caso de superação e agradece pelo apoio da Prefeitura

  • Publicado no dia: 24-01-2020
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    O mês de janeiro é marcado pela campanha de conscientização da Hanseníase. Através do acompanhamento da Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, pacientes  com a doença podem se tratar e ter uma vida saudável. A prova disso é a moradora Hilda de Lourdes, que foi diagnosticada, fez o tratamento e hoje em dia, é um exemplo de superação.

    Ela conta que através do Serviço de Dermatologia e Pneumologia Sanitária (Sederpas), foi acompanhada no tratamento. “Quando eu cheguei aqui, fiz os exames necessários e fui diagnosticada com Hanseníase. A enfermeira Maria Luiza me disse que havia tratamento e eu decidi começar”, afirma.

    No início, ela conta que a família ficou preocupada, mas ela acreditou no trabalho da gestão. “Meus filhos ficaram apreensivos, mas eu confiei em Deus, em primeiro lugar, depois na equipe da Prefeitura. Comecei a tomar os remédios, fiz os procedimentos recomendados pelo médico e tudo transcorreu muito bem”, aborda.

    Hilda conta como tudo começou. “Apareceram umas manchas vermelhas na pele e uma sensação quente na região do rosto. Foi algo diferente, mas graças à equipe do Sederpas, consegui diagnosticar no início”, enfatiza.

    Ainda de acordo com a paciente, o tratamento durou um ano. “Fui confrontada a realizar o tratamento até o final. Tem pessoas que iniciam, pensam que não vão ser curadas e param. Eu fui até o fim e hoje, estou totalmente curada”, elenca.

    “A prefeitura é muito importante. Tudo que precisei, procurava a Secretaria e eles agilizavam, ajudavam. Sem eles, não seria possível esse tratamento”, diz.

    Ao ser questionada sobre os sintomas que sentiu, dona Hilda deixa um recado. “Qualquer mancha que aparecer, procure tratamento. A Hanseníase tem cura. Sou prova disso”, conclui.

    Janeiro Roxo

    Durante todo o mês, o Sederpas intensificou as ações alusivas à Campanha Janeiro Roxo, com capacitações para Agentes de Saúde. Nos postos, exames de pessoas com manchas no corpo, estão sendo realizados.

    “As atividades seguem até o dia 31 e são voltadas às unidades do município. É importante que à população se dirija ao posto mais próximo da residência”, relata a enfermeira Maria Luiza.

    A enfermeira diz que o preconceito acerca do tema precisa ser combatido. “Sempre devemos alertar para a cura da doença, quando o problema é diagnosticado no início, ou seja, as chances de ficar com sequelas são reduzidas”, explica.

     

    Autor: Ascom/PMPA