Reunião avalia trabalho de combate ao mosquito aedes aegypti

  • Publicado no dia: 03-02-2016
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    Paulo Afonso – Depois de um mês de trabalho intenso no combate ao mosquito aedes aegypti, a Força Tarefa criada em Paulo Afonso reuniu-se para avaliar as ações na manhã desta quarta-feira (03), no auditório Edson Teixeira. A reunião convocada pelo secretário Municipal de Saúde, Alexei Vinicius, contou com a presença dos profissionais envolvidos no trabalho, representantes do governo Estadual e o comandante da 1ª CIA de Infantaria, major Magno Barroso.

    Segundo os dados apresentados até o momento, 22.057 imóveis foram visitados pelas equipes até ontem, dia 02/02, uma média de 1.500 visitas por dia. Além desses imóveis contabilizados, 6.621 estavam fechados e apenas 511 foram revisitadas. Para Alexei são dados que devem ser comemorados. “Estamos contentes com esse resultado que só é possível graças ao empenho das equipes nas ruas, o apoio do exército e as pessoas que abrem suas portas, mas sabemos que é preciso muito mais”, destacou.

    Quanto às residências fechadas, o secretário explicou que as equipes mantêm no cadastro para novas visitas. “Isto é fundamental, porque na localidade aquela única residência pode ser foco do mosquito”.

    Na Bahia, a cidade de Paulo Afonso foi a primeira a contar com a participação de homens do exército no combate ao mosquito. Segundo o major Magno Barroso, comandante da 1ª CIA de Infantaria, um trabalho que serviu de exemplo. “Nós fomos a primeira organização militar na Bahia a participar do combate ao mosquito e agora o comando da 6º região expediu uma ordem a todos os quartéis para que os trabalhos sejam amplificados, inclusive com a disponibilização de mais recursos e panfletos”, ressaltou o major.

    O principal desafio desse trabalho, segundo os profissionais, ainda é a falta de colaboração de algumas pessoas que mesmo após as visitas, voltam a criar condições para o mosquito se reproduzir. A campanha Paulo Afonso contra o Mosquito segue com equipes nas ruas buscando focos de criadouro do mosquito e colocando larvicida nos reservatórios de água.

    O secretário de Saúde, Alexei Vinícius, pede que qualquer um dos sintomas como febre, dores nas articulações e manchas vermelhas sejam comunicadas à Unidade Básica de Saúde por estarem relacionadas à dengue, chikungunya e zika.

    Autor: ASCOM-PMPA Por Dorisvan Lira