Cariri Cangaço tem início nesta quinta-feira (24) e coordenação agradece pelo apoio da Prefeitura

  • Publicado no dia: 24-03-2022
  • 0
    AÇÕES
    0
    VISUALIZAÇÕES

     

    Na manhã desta quinta-feira (24), o prefeito Luiz de Deus recebeu a visita do movimento Cariri Cangaço. O grupo veio agradecer pelo apoio da Prefeitura de Paulo Afonso ao evento, que tem como objetivo mostrar a ligação e história do município com o Cangaço.


    “É uma satisfação estar em Paulo Afonso e hoje especialmente ser recebido pelo prefeito Luiz de Deus e isso é espetacular porque a Prefeitura abraçou o Cariri Cangaço. Hoje nós temos as secretarias de Cultura e Esportes e de Educação nos dando todo apoio, então eu agradeço ao prefeito. Todos os olhares do sertão estão voltados para Paulo Afonso, para conhecer de perto essa maravilhosa cidade e a história do cangaço aqui”, diz o curador do movimento, Manoel Severo.


    O prefeito Luiz de Deus falou sobre o evento. “Estamos felizes em receber um evento dessa natureza no município, reunindo tanta riqueza cultural. Sejam todos bem-vindos”.


    Nesta quinta, a partir das 18h, tem início a programação, com a abertura na Escola João Bosco. As atividades se estendem até o domingo (27). Durante a manhã da sexta (25) e sábado (26), serão realizadas visitas em localidades que trazem a história do cangaço, como Baixa do Boi (Lagoa do Mel), Povoado Riacho (casa de Generosa) / Malhada da Caiçara (Museu Casa de Maria Bonita) e Povoado Arrastapé (Casa de Durvinha) e povoados Salgadinho, Juá e Campos.


    “Nosso intuito é mostrar a todos os convidados e visitantes a força da história que Paulo Afonso possui, principalmente ligada ao Cangaço. Aqui temos a Serra do Umbuzeiro, a fazenda de dona Generosa; a maior coiteira de Lampião na Bahia; os povoados do Riacho, Arrasta Pé, Salgadinho, com as histórias das cangaceiras, Durvinha e Lídia; além do sensacional Raso da Catarina e a Lagoa do Mel; onde foi morto Ezequiel, irmão de Lampião, e o mais importante: a Malhada da Caiçara, onde nasceu Maria Bonita”, explica o historiador e conselheiro João de Souza Lima.

    Autor: Ascom/PMPA