Audiência Pública sobre saneamento apresentou indicativos importantes para o futuro da cidade

  • Publicado no dia: 30-11-2015
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    Reunindo entidades e representantes da comunidade pauloafonsina a audiência foi a oportunidade de apresentar ideias e demandas em relação ao fornecimento de água potável, tratamento dos esgotos, lixo e escoamento das águas da chuva.

     

    “Esse plano é fundamental para o futuro da nossa cidade”, ressaltou Ivaldo Sales Nascimento Júnior, coordenador do comitê que discute o PMSB (Plano Municipal de Saneamento Básico). Para ele, o crescimento da cidade com o surgimento de novos bairros será um desafio para os serviços de saneamento.

     

    Quanto ao fornecimento de água e o tratamento de esgoto a Empresa Baiana de Águas e Saneamento apresentou indicativos importantes. Segundo Flávio Rogério Feitosa da Silva, gerente da empresa na cidade, a partir de 2016 uma obra no valor de R$ 75 milhões vai modernizar, aperfeiçoar e ampliar o fornecimento de água para a cidade. “Uma das expectativas é chegar aos novos loteamentos e à área rural”, declarou o gerente.

     

    Atualmente, 95% da cidade é atendida com o fornecimento de água tratada, pouco mais de 35 mil ligações. Já em relação ao tratamento de esgoto apenas 30% vai para as recém-construídas estações de tratamento. “Sabemos que é pouco, mas esperamos chegar a 75% de tratamento do esgoto nos próximos anos; número muito maior que a média nacional”, concluiu Fábio.

     

    Além da questão de água e esgoto, a Audiência também tratou da coleta e reciclagem do lixo, e do aterro sanitário.

     

    Resultados visíveis

     

    As ações do município na preservação dos lagos ganharam destaque durante o encontro. Números inéditos apresentados pelo ambientalista da Prefeitura,  Silvano Wanderley, indicam que o trabalho de limpeza e a obra de saneamento da Embasa já tornou próprios para o banho alguns lagos. “No início do mês de agosto, aquela região apresentava mais de 4 mil coliformes, em setembro, coincidindo com as obras, chegou a 300, o que é classificado segundo os órgãos ambientais como área própria para banho”, comemorou Silvano. 

    Autor: ASCOM/PMPA por Dorisvan Lira